sexta-feira, 31 de julho de 2009

Projeto do estádio de Cuiabá será contratado sem licitação

Pressa é a justificativa do governo. Obras devem começar em janeiro


O governador Blairo Maggi, do Mato Grosso, divulgou ontem (29/7), o calendário das obras de construção do novo estádio Governador José Fragelli (Verdão). Segundo informações do jornal Expresso Mato Grosso, a construção será iniciada no dia 31 de janeiro de 2010, conforme exige o calendário ajustado com a Fifa. "Diante da necessidade de lutar contra o tempo, haverá dispensa de licitação (de R$ 12 milhões) para a contratação da empresa que fará o projeto. A decisão foi criticada pelo vice-presidente do Sinaenco - Sindicato da Arquitetura e Engenharia, João Alberto Viol.


No total, o estado do Mato Grosso investirá R$ 430 milhões no novo estádio. Para acompanhar o andamento da obra, será contratada uma empresa de consultoria que participou na organização das Copas da Alemanha, em 2006, e da África do Sul, em 2010. Esta empresa receberá cerca de R$ 4 milhões pelo serviço. O governador pediu apoio dos poderes Legislativo e Judiciário para o cumprimento do cronograma. Os presidentes do Tribunal de Justiça, Mariano Travassos; do Tribunal de Contas, Antônio Joaquim; e o deputado estadual Maksuês Leite já garantiram apoio para a execução do projeto.



Licitação é necessária, diz Sinaenco
"Apertar a etapa de projeto para ganhar dois ou três meses pode gerar enormes problemas e prejuízos ao longo das obras, gerar atrasos e aumento de custos de forma imprevisível", comentou o engenheiro João Alberto Viol, vice-presidente do Sinaenco. Viol lembrou que desde 2007, quando iniciou a campanha pela Copa 2014, o Sinaenco tem defendido a necessidade de que os projetos sejam licitados para que os contratantes possam ter o melhor projeto com a melhor qualidade e melhor preço. "A lei brasileira exige que os projetos de obras públicas sejam licitados para garantir que a melhor técnica seja escolhida, de forma a garantir a qualidade da obra, o prazo adequado e evitar desperdícios de dinheiro público. Economizar no projeto - que significa cerca de 5% do valor da obra - pode gerar gastos adicionais de 20% a 30% nos gastos com a obra, além de atrasos e problemas com os tribunais de contas e demais organismos de controle", explica o especialista.


João Viol lembrou que a pressão da Fifa pelo prazo neste momento poderá gerar prejuízos no futuro. "E se é verdade que o governo de Mato Grosso está mesmo apressando o projeto por causa do prazo da Fifa, então o problema vale para todo o Brasil, o que pode ser muito mais grave", comentou. Até o fechamento da reportagem não havíamos conseguido falar com o coordenador da Copa em Cuiabá, Yuri Bastos.

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Mineirão fecha por 2 anos para obras da Copa 2014

Times mineiros jogarão no Independência ou no Nogueirão, com capacidade de 20 mil torcedores cada

O estádio Mineirão será paralisado por ao menos dois anos durante as obras de modernização para a Copa 2014. Nesse período, os jogos dos times mineiros serão redirecionados para estádios alternativos, como o Independência e o de Sete Lagoas (Nogueirão), informa o vice-governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia.


“O esforço nesse momento por parte do governo do estado é dirigido ao estádio de futebol. É nossa prioridade absoluta. Os arquitetos estão apresentando as adequações dentro das exigências da Fifa, temos os prazos confirmados, e teremos o Mineirão paralisado no início do ano que vem para obras, que devem durar 24 meses”, afirmou Antonio Anastasia em entrevista ao jornal “O Tempo”.


O Estádio Joaquim Henrique Nogueira, em Sete Lagoas, tem capacidade de 20 mil torcedores e passará por reformas neste segundo semestre. Segundo o vice-governador, o edital de licitação será lançado em agosto e o estádio deve estar pronto em janeiro de 2010, quando poderá passar a ser usado para os jogos.


Outra alternativa oferecida para os clubes mineiros é o estádio Raimundo Sampaio, conhecido como Independência. Inaugurado no início da década de 1950, no bairro do Horto, em Belo Horizonte, o estádio comporta 18 mil torcedores e também passará por reformas com financiamento ainda não aprovado da Caixa Econômica Federal.


As intervenções no Joaquim Henrique Nogueira estão orçadas em R$ 10 milhões. Já as obras no Independência custarão R$ 50 milhões, segundo declarou o vice-governador.




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Justiça suspende obras do Expresso Aeroporto e trem de Guarulhos

Ministério Público paulista aponta falhas no estudo e relatório de impacto ambiental dos projetos


O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou na última terça-feira (28/7) “a imediata paralisação de toda e qualquer obra” relacionada aos projetos do Expresso Aeroporto e do Trem de Guarulhos. A decisão da 1ª Vara da Fazenda de Guarulhos, região Metropolitana de São Paulo, foi baseada em ação civil protocolada pelo Ministério Público paulista em maio. O promotor Ricardo Manuel Castro, apoiado em parecer do geógrafo Denis Dorighello Tomás, apontou falhas no Estudo e no Relatório de Impacto Ambiental (Eia-Rima) referente aos projetos.


O governo paulista considera o Expresso Aeroporto estratégico para aumentar a oferta das viagens aéreas, desafogar o Aeroporto de Congonhas, na capital, e criar um “cartão de visitas” da metrópole, principalmente tendo em vista o grande fluxo de turistas durante a Copa de 2014. A linha férrea de 28Km de extensão ligará a Estação da Luz, no centro de São Paulo, ao Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, num trajeto de 15 minutos sem estações intermediárias. Já o trem de Guarulhos, cujo traçado é paralelo ao do Expresso Aeroporto, ligará o centro da capital ao bairro Cecap, naquela cidade.


A responsável pelo desenvolvimento e implantação dos projetos é a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que contratou a empresa Geotec para a elaboração do estudo e relatório de impactos ambientais.


Um primeiro Eia-Rima da obra foi considerado insuficiente e rejeitado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente. A segunda versão do estudo foi aceita pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) em 14 de abril, mas o Ministério Público considerou sua aprovação e a licença ambiental “nulos de pleno direito” por conterem as mesmas insuficiências do primeiro, “diferindo apenas pelos adendos que foram feitos para responder aos tópicos criticados, de maneira exemplificativa”.



Falhas do relatório

O Ministério Público Estadual (MPE) de São Paulo classificou como “simplórias e generalistas” as informações sobre o impacto das obras nas unidades de conservação (UCs) do Parque Ecológico do Tietê. Além disso, o projeto do Expresso Aeroporto não determina antecipadamente a localização dos canteiros de obras e de implantação do centro de controle operacional e das oficinas de trens.


De acordo com o a avaliação do MPE, não há análise de risco referente às escavações de vala e túnel, o que poderia provocar “desmoronamento durante a execução do empreendimento”. Segundo o despacho, falha idêntica teria provocado “a morte de sete pessoas e danos a edificações e vias públicas” no projeto da Linha 4 do Metrô de São Paulo.


Em nota, a CPTM informa que “não tem conhecimento do teor da decisão” e que “o projeto possui grande apelo ecológico, na medida em que o transporte sobre trilhos é menos poluente e a decisão em caráter liminar da Justiça em Guarulhos adia os ganhos ambientais que irá oferecer à Região Metropolitana”.



Fonte: Portal da Copa 2014

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Quero ir para a Copa 2010; e agora?

Ir por conta própria ou com pacotes de turismo, eis a questão



Para os torcedores que sonham em ir a uma Copa do Mundo, a próxima oportunidade está chegando. A apenas onze meses do Mundial 2010, é bom começar a arrumar as malas e planejar a ida para a África do Sul.

Pensar em todos os detalhes é primordial para que tudo corra bem durante a viagem. "Recomendo que haja um planejamento com um bom tempo de antecedência para garantir vaga. Depois da Copa das Confederações, aumentou o número de pessoas que querem ir à Copa 2010", diz Douglas Presto, diretor da agência de turismo Stella Barros, uma das que conseguiram permissão da Fifa para vender pacotes de viagem para o Mundial.

Os pacotes definidos pela Fifa oferecem desde excursões pelo país-sede, até o transporte entre os estádios e o hotel. “Ao todo, são sete pacotes que incluem hotel, city tour, transporte terrestre e aéreo. A diferença entre eles é a quantidade de jogos oferecidos. O mais completo inclui ingressos para sete jogos. Os outros, com menos jogos, vêm com somente as três primeiras partidas ou só a primeira fase com as oitavas-de-final, e assim por diante”, explica Douglas.

Apesar do conforto oferecido pelas agências, há quem prefira viajar por conta própria. São os popularmente chamados mochileiros. “Achei inviável comprar pacotes de viagem pelas agências. São muito caros”, diz o publicitário Renãn Serighelli.

Renãn nunca foi à uma Copa do Mundo, e começou a planejar sua ida à África do Sul em janeiro desse ano. “Achei que um ano e meio de planejamento seria o suficiente para fazer a viagem dar certo”.

O primeiro item da sua lista de planejamento foi a escolha dos jogos que queria assistir. Para conseguir comprar os ingressos, os torcedores deveriam se cadastrar no site da Fifa e aguardar pelo sorteio que garantiria a ida aos jogos. O sorteio para a primeira fase do Mundial acabou em abril. Para a segunda fase, o sorteio acontece até novembro. “Escolhi uma série de jogos e me cadastrei no sorteio. Não consegui todos os ingressos que queria, mas vou assistir a dois jogos da primeira fase e um das oitavas-de-final”, conta o publicitário. Para ele, não ter a garantia dos ingressos foi o único ponto negativo de organizar a própria viagem. “Se eu estivesse indo pela agência, com certeza assistiria aos jogos para os quais me cadastrei”. O site da Fifa www.fifa.com traz mais informações a respeito do sorteio dos ingressos.



Hospedagem

Um problema que os mochileiros podem enfrentar ao partirem para a aventura da Copa são os lugares para se hospedar. “Eu vou com meu primo e meu pai. Nós decidimos ficar em hotel, porque não conhecemos a África do Sul e, também, por ser nossa primeira Copa. Mas vejo por aí muitas pessoas que ficam em albergues ou dormem em motorhomes (trailers)”, comenta Renãn.

Os albergues são fáceis de achar. Pelo site www.hostelworld.com é possível localizá-los em diversas regiões da África do Sul. Já o motorhome deve ser reservado com antecedência, por conta da grande demanda de torcedores que optam por essa alternativa.



Pacotes de viagem por pessoa
Copa completa US$ 20.545
Primeira fase US$ 9.871
Segunda fase US$ 12.373
Quartas-de-final e final US$ 10.987
Jogos 1 e 2 (primeira fase) US$ 6.829
Jogos 3 e 4 (primeira fase) US$ 6.829













Avulso
Passagem R$ 3.000
Albergue R$ 20 a 300 (diária por pessoa)
Motorhome R$ 5.000 (para 3 a 5 pessoas)
City Tour R$ 500
Alimentação R$ 700
Ingressos (de 5 a 6) R$ 2.000


Fonte: Portal Copa 2014









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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Infraero investirá R$ 5,7 bi nas cidades-sede da Copa até 2014

Metade dos recursos irão para os aeroportos internacionais de Rio e São Paulo



Nos próximos cinco anos, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) planeja investir R$ 5,73 bilhões nos aeroportos das doze cidades-sede da Copa de 2014. O objetivo é garantir um bom atendimento aos turistas que circularão no Brasil durante o Mundial. O valor pode subir para R$ 8,5 bilhões caso seja incluído o Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).



Os aeroportos internacionais de São Paulo e Rio de Janeiro receberão R$ 2,8 bilhões, segundo informações do jornal “DCI”. Os aeroporto de Manaus e Fortaleza terão aportes de R$ 793 milhões e R$ 525 milhões, respectivamente.



Concessão
A Infraero, empresa controlada pelo Estado, pretende abrir seu capital à iniciativa privada ainda este ano. Para isso, aguarda o governo federal definir um modelo de concessão de aeroportos. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou que o modelo já está pronto e que pretende entregar a proposta ao governo até semana que vem.


Fonte: Portal da Copa 2014

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Congonhas vai ganhar nova restauração

Planejamento das obras começa no próximo mês


Uma equipe multidisciplinar formada por engenheiros e arquitetos começa no próximo mês a planejar uma ampla reforma no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Ao contrário da última grande intervenção, que entre 2004 e 2007 remodelou por completo o terminal de passageiros e ampliou as vagas de estacionamento para veículos, dessa vez o foco será o patrimônio arquitetônico de Congonhas.

As obras devem se concentrar no restauro do saguão principal, cartão de visitas do aeroporto inaugurado na década de 1930. “Nossa ideia é promover uma harmonização entre cafés, restaurantes e as demais áreas de serviço do aeroporto com sua arquitetura original”, disse João Márcio Jordão, diretor de Operações da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). “Temos o objetivo de resgatar o glamour de Congonhas e, ao mesmo tempo, oferecer mais conforto aos passageiros”.

O projeto inicial prevê o restauro da cúpula, do piso de cerâmica xadrez e dos pilares revestidos de pastilhas espalhados pelo saguão principal. As obras devem contemplar ainda a expansão dos balcões de check-in. Os trabalhos ainda não têm data para começar, mas a Infraero já adianta que pretende concluí-la para a Copa do Mundo de 2014.



Fonte: Jornal da Tarde

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E se o metrô não vier?

Sem garantias de financiamento para o metrô, Curitiba deve começar a estudar alternativas



Sem recursos garantidos e com o governo federal dando claros sinais de que não está disposto a financiar para a Copa de 2014 projetos que não sejam modestos, o metrô de Curitiba pode ficar mais uma vez na gaveta. O modal é a maior aposta da cidade no quesito melhoria de infraestrutura e mobilidade urbana, mas corre o risco de ter de esperar uma nova oportunidade de levantar dinheiro necessário para a sua execução. Não seria, então, hora de pensar em um plano B para o Mundial? A prefeitura se nega a comentar o assunto e diz, apenas, que continua trabalhando em cima do projeto de metrô. Já os especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo dizem que a cidade precisa pensar em alternativas e ajustes ao sistema de transporte coletivo e viário da cidade.

A cinco anos da Copa de 2014, nada está realmente definido em relação aos projetos que serão viabilizados com recursos do governo federal em todo o país. O cenário, porém, começa a se desenhar. No início deste mês, em reunião com os prefeitos das cidades-sedes da Copa de 2014, o ministro do Es­porte, Orlando Silva Júnior, disparou: “A palavra é modéstia na preparação da Copa. As cidades têm de garantir conforto, segurança e acomodações necessárias aos turistas e torcedores. Mas sem elefante branco e sem exagero”.

Na abertura do Seminário 2009 da Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbano (NTU), há duas semanas, o ministro das Cidades, Márcio Fortes, reforçou o recado de Orlando Silva e adiantou que, embora seja necessário pensar em obras que sejam estruturantes para as cidades mesmo após o Mundial, a Copa de 2014 não será desculpa para tirar do papel projetos que não estejam ligados ao evento.

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, deixou claro também, em entrevista concedida à Gazeta do Povo, que o governo financiará projetos que possam realmente ser concluídos até o início de 2014. “Na hora em que formos para a reunião não vamos perguntar, vamos querer uma segurança dos técnicos. Se a avaliação técnica disser que é duvidoso, tem uma grande chance de (o projeto) cair na peneira.”

No Seminário da NTU, falando para uma platéia quase que exclusivamente composta por donos de empresas de ônibus, especialistas como o arquiteto e urbanista Jaime Lerner e o ex-prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, entre outros, foram unânimes em defender o “Bus Rapid Transit” (BRT) – modelo com ônibus de alta capacidade, com vias segregadas e pagamento antecipado de passagem desenvolvido por Curitiba e exportado para várias cidades do mundo – como uma solução mais rápida, barata e com a mesma eficiência dos trens.

“A Copa do Mundo pode ser uma oportunidade rara, mas tem de ser aproveitada com uma visão correta. Não pode ser desperdiçada com expectativas que não vão se cumprir”, disse Lerner. De acordo com o idealizador do sistema, se bem operado, o BRT transporta a mesma quantidade de passageiros de um metrô. “Eu acho que a prioridade é operar bem o sistema que Curitiba abriu para o mundo. Não tenho dúvida que o modal de superfície bem operado tem condições de atender (a cidade) por muitos anos”, opinou. Segundo ele, para melhorar o modelo de Curitiba é necessário investir mais em sistemas semafóricos para dar preferência ao transporte coletivo e também aumentar a frequência dos ônibus, com biarticulados com intervalos a cada trinta segundos.

Para Marcos Isfer, presidente da Urbs, empresa que gerencia o transporte coletivo de Curitiba, há a possibilidade de, ao menos, um trecho do metrô ser concluído até o mundial de 2014. Caso isso não venha ocorrer, diz Isfer, ainda assim Curitiba será uma boa anfitriã para o Mundial. Contudo, ajustes no sistema terão de ser feitos. “O metrô trará mais qualidade para o nosso sistema, em relação ao conforto. Se o governo federal não trouxer esse aporte de recursos (para o metrô), mas trouxer para outras melhorias de transporte, teremos muito bem como atender. Agora, há a necessidade de se incrementar o nosso modal ônibus, com o aperfeiçoamento de estações e terminais”, disse.



Ajustes no sistema

Para o professor do Departamento de Transportes da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Eduardo Ratton, a Copa de 2014 é uma exce­­lente oportunidade para Curitiba tirar o projeto do metrô do papel, mas tal obra, segundo ele, não é essencial para o Mundial. Mais importante, aponta o professor, é a elaboração de um plano de mobilidade, que contemple desde mu-dança de horário de funcionamento de instituições até a descentralização de ações, com aumento de infraestrutura nos bairros, evitando-se deslocamentos desnecessários. “Precisamos de um fórum per-manente de discussões, não adianta ficar dentro dos gabinetes do Ippuc fazendo desenhos”, critica.

O coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Carlos Hardt, diz que ajustes no sistema, que devem ser feitos independentemente da implantação do metrô, podem ajudar a cidade a recepcionar o Mundial. Alguns exemplos, segundo ele, são melhorias nos sistemas semafóricos, término de binários, diminuição de bloqueio de fluxos e a implantação de uma central com monitoramento de mobilidade, com câmaras e sensores nos eixos de transporte.

O decano da PUCPR em Ma­­ringá e mestre em transportes, Ricardo Bertin, diz que algumas das alternativas que poderiam ajudar na mobilidade de Curitiba são o aumento da frequência de ligeirinhos no trajeto aeroporto/cidade, melhorias na gestão de trânsito, organização dos fluxos em torno do estádio e aumento da frequência de ônibus.



Fonte: Gazeta do Povo

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Por Copa 2014, governo vai liberar R$ 3 bi "de início"

O governo federal garantiu R$ 3 bilhões para investimentos em obras destinadas exclusivamente para a Copa de 2014 e pretende lançar um pacote de obras, intitulado PAC da Copa (Programa de Aceleração do Crescimento).


De acordo com o ministro das Cidades, Márcio Fortes, estão previstos mais recursos para obras relativas à realização do campeonato mundial de futebol, mas o volume total só será definido após reunião com representantes dos municípios que serão sedes dos jogos.

"Esse valor é só para começar. Não temos valor total definido. Esses R$ 3 bilhões servirão para darmos um passo inicial. Ainda não temos a avaliação do total de projetos. Nós vamos chamar os prefeitos para conversar e saber deles quais são os projetos prioritários", disse o ministro.

Os recursos são do Pró-Transporte, um programa de financiamento com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que teve seu regulamento aprovado no ano passado pelo Conselho Curador do fundo. Os R$ 3 bilhões referem-se a recursos destinados ao FGTS no prazo de 3 anos, sendo R$ 1 bilhão de investimentos, a cada ano.

De acordo com Fortes, muitas prefeituras já procuraram o ministério interessadas em parcerias para a realização de obras estruturantes destinadas exclusivamente à Copa que se realizará no Brasil.

"Há algum tempo, recebemos indicações das prefeituras das cidades que serão sedes dos jogos. Os municípios estiveram com a Fifa e receberam a indicação de vários projetos que gostariam de realizar. Nossa posição é a de tratar de projetos que digam respeito exclusivamente à Copa. Nosso objetivo, nesse momento, não será resolver os problemas de mobilidade nas cidades. Nós vamos ajudar a resolver problemas ligados aos eventos", destacou.

Outro quesito a ser observado pelo Ministério das Cidades é sustentabilidade dos investimentos depois da competição. De acordo com o ministro, a análise também vai verificar se determinado investimento tem utilidade e sustentabilidade fora dos dias da Copa.

"Não vamos tratar de projetos nababescos. Vamos comparar modais. É necessário ver qual meio de transporte é mais barato e eficiente. É claro que cada caso vai ser analisado separadamente. Cada caso é um caso. Vamos observar, ainda, como é que fica a operação desses modais depois da Copa. Tem que ser um projeto sustentável. Não podemos ter uma linha que não funciona e o governo tenha que tornar a subsidiar tarifas depois. Além disso, os cronogramas de execução devem estar dentro do cronograma da Fifa, ou seja, até um ano antes tudo tem que estar concluído", explicou o ministro.

Fortes disse que o PAC da Copa vai prever parcerias com as prefeituras e com os governos dos estados, além de algumas parcerias com o setor privado.

"A palavra-chave nesse negócio é a parceria. Não terá nada só do governo federal. É como no PAC de criação de infraestrutura, no qual nós já temos parcerias com as prefeituras e governo estadual, além de parcerias público-privada. Vamos ver o tipo de investimento proposto, analisar seu vulto e a necessidade de participação do setor privado, que pode ser firmada de várias maneiras. O setor privado pode construir e depois alugar os ativos, pode ser que o setor privado queira operar. Tudo isso será conversado", afirmou.

O ministro lembrou que já faz parte das ações preparatórias para a Copa do Mundo a abertura de uma linha de financiamento, com recursos do FGTS, para a renovação da frota de ônibus em todo o país, uma decisão tomada há cerca de dois meses. A linha será operacionalizada pela Caixa Econômica Federal e terá valor de R$ 1 bilhão.

Os recursos serão aplicados em operações de mercado, como a aquisição de debêntures, recebíveis e Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FDICS), de empresas concessionárias de serviços públicos e transporte urbano, com o objetivo expresso de que esses recursos sejam encaminhados para a aquisição de veículos novos que sirvam para a renovação de frota.

"Nosso objetivo é disponibilizar capital de giro para a renovação da frota", declarou o ministro.



Fonte: TERRA

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Especialistas defendem melhores ônibus para Copa 2014

Nem Metrô de superfície nem em túneis subterrâneos. Corredores de ônibus com estações que cobrem passagem antes do embarque e alta freqüência de veículos seriam a alternativa mais viável para os turistas que visitarem as cidades-sedes o País na Copa do Mundo de 2014.


Dois dos maiores especialistas em mobilidade urbana defenderam em evento em São Paulo o chamado modelo curitibano, adotado também em Bogotá, México e na China como solução viária de transporte público.

"Eu defendo o Bus Rapid Transit (BRT) porque é o que pode acontecer mais rapidamente, com mais baixo custo e excelente qualidade", diz o arquiteto e ex-governador Paraná, Jaime Lerner. Segundo ele, os corredores de ônibus foram mal aplicados em São Paulo e Porto Alegre, pois a passagem ainda é cobrada no interior dos veículos e não nas estações.

Ele afirma que os corredores da capital paranaense são capazes de transportar até 2,3 milhões de pessoas por dia, mais que o sistema de metrô e trem de subúrbio do Rio de Janeiro. "Com um projeto bem feito, é possível colocar veículos que circulem a intervalos de até 30 segundos", diz Lerner.

Ele afirma que, em alguns casos, pode ser avançar com linhas de metrô, diz que o BRT é indispensável. "Você sempre vai precisar de um BRT de qualquer maneira", diz.

Segundo o engenheiro Wagner Colombini Martins, responsável por um programa de implantação do sistema BRT na África do Sul em 2010, a cobrança da passagem antes do embarque é fundamental para a melhor mobilidade dos ônibus. "A passagem cobrada na catraca dentro do ônibus acaba formando filas, gerando congestionamentos e poluição atmosférica", diz.

Para ele, que diz ter encontrado dificuldades em relação aos detentores das linhas de ônibus na África do Sul, a maior dificuldade para implantar o sistema no Brasil é a desapropriação dos espaços. "Precisamos resolver o transporte de superfície com o mínimo de desapropriações possível", defende.

Lerner e Martins estiveram em São Paulo para o 22º Seminário Nacional da Associação Nacional das Empresas de Transporte Público (NTU) e a Feira Transpúblico, na zona sul da capital paulista.



Fonte: TERRA

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Argentina confirma partida contra o Brasil em Rosário

Depois da Fifa (Federação Internacional de Futebol e Associados) liberar o estádio Gigante de Arroyito, a AFA (Associação do Futebol Argentino) confirmou nesta quinta-feira a realização da partida contra a seleção brasileira, no dia 5 de setembro, para o estádio de Rosário. A mudança agrada o técnico Diego Armando Maradona, que iniciou o processo para a mudança de ambiente nas Eliminatórias à Copa do Mundo de 2010.

Segundo o presidente da AFA, Julio Grondona, a medida atende o pedido de muitos jogadores da seleção, além do desejo exposto pelo treinador da equipe. Maradona havia sugerido a mudança de local após a partida frente a Colômbia, no último mês de junho, com vitória dos bicampeões mundiais por 1 a 0.

O treinador da seleção argentina manifestou o seu descontentamento com as condições do gramado no estádio Monumental de Nuñez e foi apoiado pelos jogadores da Albiceleste. Maradona entrou com um pedido formal à AFA e acabou sendo prontamente atendido pela entidade máxima do futebol naquele país.

O Gigante de Arroyito passará por uma nova vistoria nos próximos 15 dias para determinar as reformas necessárias, adequando o estádio às normas da Fifa. A mudança de ambiente causou rusgas entre Maradona e o River Plate, dono do Monumental de Nuñez.

Maradona afirmou que em Rosário a torcida argentina poderá ter uma influência maior sobre os rivais, especialmente pela proximidade das arquibancadas sobre o gramado. Além do Gigante de Arroyito, Lionel Messi e Carlos Tevez sugeriram atuar em La Bombonera, estádio mais 'temido' do país, principalmente pelas equipes brasileiras na Copa Libertadores.



Fonte: Gazeta Esportiva.net

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MP é contra liberação do álcool na Copa 2014

O Ministério Público de São Paulo promete entrar na briga com a Fifa caso a organização responsável pelo maior evento do futebol mundial decida liberar a venda de bebidas alcoólicas na Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil. Uma grande cervejaria mundial patrocina o evento.

A venda de bebidas alcoólicas em estádios de futebol no Brasil é proibida desde abril do ano passado, por uma decisão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que assinou um protocolo de intenções com o Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União.

"Vamos fazer de tudo para barrar essa decisão, porque assinamos um protocolo de intenções com a CBF proibindo a bebida alcoólica. Sou favorável, inclusive, para se estender (a decisão da proibição) a todos os estádios de futebol, porque aquele sujeito embriagado não só cria confusão no estádio ou no acesso. Ele sai do estádio embriagado, pega o carro, corre, atropela, chega em casa e agride a mulher. É uma tragédia", disse o promotor Paulo Castilho, à Agência Brasil.

Segundo Castilho, o Ministério Público não vai ceder à pressão econômica e vai defender a proibição da venda de bebidas alcóolicas nos estádios que vão abrigar a Copa do Mundo.

"Se assim entender a Justiça que deve ser liberado, nós vamos acatar. Mas o Ministério Público, em defesa da sociedade, vai brigar com todas as armas para que isso não seja permitido. Não é porque vem aqui uma poderosa fabricante (de cerveja) que vai querer mandar no Brasil. Pode até conseguir isso, mas vai ter de conseguir isso por intermédio da lei ou por decisão do Poder Judiciário", afirmou.

Embora a Fifa tenha um contrato de publicidade com a cervejaria, prevendo a divulgação da marca em um espaço publicitário no estádio, a CBF crê que a entidade não deverá obrigar a venda de bebidas nos estádios brasileiros principalmente porque, segundo ela, esse contrato não seria condicionado à venda de bebidas.

"A decisão de proibir bebidas alcoólicas nos estádios é da CBF. Não é proibido por lei. Mas esperamos que a CBF se mantenha coerente, porque teve um efeito bastante positivo dentro dos estádios", disse o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Pedro Abramovay.

O comandante do 2º Batalhão da Polícia de Choque de São Paulo e responsável pelos eventos esportivos na capital paulista, tenente-coronel Almir Ribeiro, diz que a venda de bebidas em estádios é um problema porque altera o comportamento das pessoas e deve continuar proibida.

"Se a Fifa determinar isso (liberação), vamos ter que estudar e chegar a um termo de ajustamento. O ideal seria como está sendo praticado hoje no Brasil, proibindo. Temos tido bons resultados dessa maneira", diz Ribeiro.

As mudanças no comportamento a que se refere Ribeiro ocorrem, geralmente, quando uma mulher ingere mais de um cálice de vinho ou quando o homem toma acima de dois cálices de vinho ou duas latas de cerveja.

"Acima disso, pode ter risco de mudança de comportamento, risco de noção de equilíbrio e quedas, risco hepático", disse a psiquiatra e presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), Analice Gigliotti.

"Se existe uma droga absurdamente ligada à violência é o álcool. É a droga número um. Na maioria dos acidentes e dos homicídios ocorridos no Brasil, a vítima ou o autor estava alcoolizado", completou a médica.

Segundo Analice, o Brasil tem feito pouco para controlar o consumo de álcool. "O preço ainda é muito baixo. Compramos um litro de cachaça pelo preço de um litro de leite. Tem que haver aumento do preço, fiscalização da venda de bebidas para menores de idade, fiscalização na lei seca, limitação da publicidade, impedir o contrabando e a venda ilegal, controlar a dose vendida em ambientes comerciais", encerrou.



Fonte: TERRA

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sábado, 25 de julho de 2009

Parques de MT podem ser reformados para a Copa

Durante o evento, os parques serviriam ao turismo e à confraternização de torcidas


O deputado estadual Carlos Brito solicitou junto à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa mato-grossense audiência pública para o mês de agosto, para que se debata a atual situação dos parques estaduais e municipais de Cuiabá, e verifique quais projetos relativos à Copa do Mundo de 2014 poderiam ali ser realizados. Cuiabá tem seis áreas verdes destinadas ao lazer. Durante a Copa, além de receberem os usuários habituais, a intenção é que possam tornar-se importantes locais de visitação turística, encontros e confraternização das torcidas.

A audiência, salientou Brito, será um momento para se discutir a infraestrutura dos parques da capital mato-grossense. "É necessário que outras unidades como as que já existem em Cuiabá sejam implementadas", defendeu. Na ocasião, será discutida a manutenção feita nos parques Mãe Bonifácia, Massairo Okamura, Tia Nair, Zé Bolo Flô, Dante de Oliveira e Paiaguás.

Brito foi autor de várias leis e outras iniciativas em prol do meio ambiente, como a Lei nº 8.637/07, que criou o Parque Paiaguás, situado nas imediações do Centro Político Administrativo (CPA).




Fonte: A Gazeta (MT)

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Parceiros para projetos da Copa saem em agosto

Dentre os projetos, existe a expectativa de instalação do VLT em todas as cidades-sede



O ministro das Cidades, Marcio Fortes, afirmou ontem (23) que deverão ser definidos no próximo mês os apoiadores e parceiros para os projetos de transportes, visando a Copa do Mundo de 2014.

O anúncio aconteceu durante a assinatura de um contrato de financiamento entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Governo do Distrito Federal com a multinacional francesa Alston para aquisição de 12 novos trens para o Metrô de Brasília. O contrato é de R$ 325 milhões, dos quais R$ 260 financiados pelo BNDES.

Durante seu discurso, na abertura da solenidade, o presidente da Alston Brasil, Philippe Delleur, afirmou que existe expectativa de implantação de Veículos Leves sobre Trilho (VLT) em todas as cidades-sede da Copa 2014. Dentre as 12 cidades-sede, pelo menos duas - São Paulo e Brasília - já têm projeto para implantação desse modal.


Investigação

A Alston está sob investigação internacional por irregularidades em contratos firmados com o Metrô de São Paulo, mas para o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, isso não é motivo de impedimentos para assinatura de contratos de financiamentos com a empresa.

"Esses fatos estão sob investigação. Até que alguém seja declarado culpado por algo que a Justiça decida, não posso pré-julgar. O que estou verificando aqui é a importância de manter empregos", afirmou em entrevista coletiva à imprensa.




Fonte: DCI

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Novas vias ligando regiões de BH começam a sair do papel

Três novos anéis são prioridades; obras aguardam verba do governo federal



O projeto Corta Caminho, antes chamado de Viurbs, que prevê a criação de anéis viários ligando regiões de Belo Horizonte sem passar pelo centro ou pelos atuais corredores de tráfego, começou a sair do papel. Os projetos executivos de três dos quatro principais novos trajetos já estão sendo elaborados. Os técnicos estão nas ruas averiguando onde serão necessárias possíveis desapropriações. O custo estimado das 178 intervenções do programa, que era de R$ 2,5 bilhões, passou para R$ 6 bilhões.

A prefeitura estima que serão gastos R$ 500 milhões só com os três novos anéis, que ligarão as regiões Leste a Oeste, Nordeste a Venda Nova e Venda Nova a Barreiro. A corrida agora é para tentar garantir recursos junto ao governo federal. Ontem (22), o vice-prefeito Roberto Carvalho esteve em Brasília para negociar a incorporação das obras do Corta Caminho no PAC da Mobilidade. As intervenções que serão beneficiadas pela União devem ser anunciadas até o início de agosto, quando a prefeitura saberá se conseguirá tornar os anéis viários realidade antes da Copa do Mundo de 2014.

A consultora técnica da Secretaria Municipal de Políticas Urbanas, Maria Caldas, afirma que, se o recurso não for liberado rapidamente, as obras necessárias para amenizar o impacto do trânsito não ficarão prontas até o Mundial. "A prioridade do governo federal será as obras diretamente ligadas à realização da Copa. Por isso, acreditamos que possamos conseguir recursos, pelo menos, para alguns trechos dos corredores", afirmou Caldas.

Segundo ela, a intenção é criar vias transversais que promovam a articulação do atual sistema, que hoje envia todo o tráfego para o centro.

Nas ruas. Enquanto isso, a mobilização de técnicos das empresas contratadas para elaborar o projeto executivo gera expectativas em moradores e comerciantes. No bairro União, região Nordeste, especialistas fazem medições em ruas próximas a avenida José Cândido da Silveira. O comerciante Lourival Dionízio de Souza, 63, é dono de uma barbearia na rua Camilo Prates há 30 anos. Ele conta que foi comunicado nesta semana, pelos técnicos da prefeitura, que terá que deixar o imóvel. "Já estou procurando um outro ponto aqui perto. Essa obra é muito necessária", disse.

No bairro Jardim Leblon, em Venda Nova, já está sendo executada uma obra de saneamento em córregos, que adiantará os trabalhos para a construção do Corredor Norte Sul. Segundo Maria Caldas, todos os projetos executivos serão finalizados até março do próximo ano. "Então saberemos quantas desapropriações precisarão ser feitas, qual o melhor traçado para viabilizar as obras e quantas pessoas serão beneficiadas", afirmou.

A dona de casa Maria Simone Aparecida, 50, moradora do Jardim Leblon, já está a procura de um novo local. "Não gostaria de sair daqui, porque foi onde eu sempre morei. Mas como parece que a obra não vai demorar a começar, vou tentar pelo menos não ir para muito longe."



Fonte: O Tempo

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Edital para trem-bala Campinas-Rio deve sair até final deste ano

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse ontem (23), em São Paulo, que o edital para o trem-bala, que vai ligar Campinas ao Rio de Janeiro, passando por São Paulo, deve ser publicado ainda este ano.

A declaração tem um quê de déjà vu. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff garantiu que a licitação para as obras do Trem de Alta Velocidade (TAV) começariam no segundo semestre durante a apresentação do sétimo balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em junho. Mas a previsão inicial era que o edital saísse em agosto de 2007, logo após o lançamento do projeto do TAV pelo Ministério dos Transportes.

Pelo menos, de acordo com o presidente do BNDES, os projetos relacionados ao trem-bala são de boa qualidade e poderão resultar em um processo de licitação bastante competitivo.

“Esses estudos são uma demonstração de que o projeto tem fundamento, está apoiado em estudos de alta qualidade técnica e vai permitir que os investidores interessados possam avaliar suas propostas para que, futuramente, se possa conduzir um certame bastante competitivo e que possa resultar em um projeto de qualidade, com tarifas reduzidas”, afirmou.

O projeto está inicialmente orçado em US$ 11 bilhões e deve ser executado com a ajuda de parcerias no setor privado.



Fonte: Agência Brasil/Valor Econômico

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Deficientes físicos mal recebidos no Rio de Janeiro?

Segundo estudo, falta infraestrutura e acessibilidade à capital carioca



Estudo realizado pela Rede de Desenvolvimento do Turismo Sustentável das regiões turísticas da cidade do Rio de Janeiro e Niterói (RedeTuris) deixou patente a falta de infraestrutura em acessibilidade para deficientes em todos os estabelecimentos pesquisados. Foram verificadas as condições de quatro polos turísticos da cidade: Botafogo, Praça 15, Novo Rio Antigo e Tijuca. Todos ficaram com nota zero.

O maior problema dos portadores de deficiência que se aventuram a caminhar pela cidade é que, até hoje, a acessibilidade está restrita a ilhas dentro de projetos de urbanismo e ordenação pública. O primeiro – e, até onde se sabe, último – havia sido o Rio Cidade, realizado durante a primeira gestão de Cesar Maia (1993-1997) e a de seu secretário de Obras e, depois, sucessor, Luiz Paulo Conde (1997-2001). Os bairros contemplados no projeto receberam algumas obras que visavam a melhoria de acessos às calçadas e o nivelamento das vias. Depois disso, no entanto, o assunto parece ter sido esquecido pelo poder público – tendo sido ressuscitado só recentemente.

Na Lapa e adjacências, já está em andamento a construção de 37 rampas em calçadas – e a prefeitura adianta que há planos de estender o projeto a outras áreas da cidade, embora não mencione prazos. Em verdade, o projeto na região boêmia retoma, depois de quase 10 anos, a instalação de equipamentos para acessibilidade a portadores de deficiências físicas em projetos arquitetônicos no Rio. As obras devem ficar prontas até o fim do ano.



Fonte: Jornal do Brasil

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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Governo garante R$ 3 bi para obras em cidades-sedes da Copa

Segundo ministro das Cidades, Márcio Fortes, os R$ 3 bi servirá apenas para dar um passo inicial



O governo federal garantiu R$ 3 bilhões para investimentos em obras destinadas exclusivamente para a Copa de 2014 e pretende lançar um pacote de obras, intitulado PAC da Copa (Programa de Aceleração do Crescimento).

De acordo com o ministro das Cidades, Márcio Fortes, estão previstos mais recursos para obras relativas à realização do campeonato mundial de futebol, mas o volume total só será definido após reunião com representantes dos municípios que serão sedes dos jogos.

“Esse valor é só para começar. Não temos valor total definido. Esses R$ 3 bilhões servirão para darmos um passo inicial. Ainda não temos a avaliação do total de projetos. Nós vamos chamar os prefeitos para conversar e saber deles quais são os projetos prioritários”, disse o ministro.

Os recursos são do Pró-Transporte, um programa de financiamento com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que teve seu regulamento aprovado no ano passado pelo Conselho Curador do fundo. Os R$ 3 bilhões referem-se a recursos destinados ao FGTS no prazo de 3 anos, sendo R$ 1 bilhão de investimentos, a cada ano.

De acordo com Fortes, muitas prefeituras já procuraram o ministério interessadas em parcerias para a realização de obras estruturantes destinadas exclusivamente à Copa que se realizará no Brasil.

“Há algum tempo, recebemos indicações das prefeituras das cidades que serão sedes dos jogos. Os municípios estiveram com a Fifa (Federação Internacional de Futebol) e receberam a indicação de vários projetos que gostariam de realizar. Nossa posição é a de tratar de projetos que digam respeito exclusivamente à Copa. Nosso objetivo, nesse momento, não será resolver os problemas de mobilidade nas cidades. Nós vamos ajudar a resolver problemas ligados aos eventos”, destacou.

Outro quesito a ser observado pelo Ministério das Cidades é sustentabilidade dos investimentos depois da competição. De acordo com o ministro, a análise também vai verificar se determinado investimento tem utilidade e sustentabilidade fora dos dias da Copa.

“Não vamos tratar de projetos nababescos. Vamos comparar modais. É necessário ver qual meio de transporte é mais barato e eficiente. É claro que cada caso vai ser analisado separadamente. Cada caso é um caso. Vamos observar, ainda, como é que fica a operação desses modais depois da Copa. Tem que ser um projeto sustentável. Não podemos ter uma linha que não funciona e o governo tenha que tornar a subsidiar tarifas depois. Além disso, os cronogramas de execução devem estar dentro do cronograma da Fifa, ou seja, até um ano antes tudo tem que estar concluído”, explicou o ministro.

Fortes disse que o PAC da Copa vai prever parcerias com as prefeituras e com os governos dos estados, além de algumas parcerias com o setor privado.

“A palavra-chave nesse negócio é a parceria. Não terá nada só do governo federal. É como no PAC de criação de infraestrutura, no qual nós já temos parcerias com as prefeituras e governo estadual, além de parcerias público-privada. Vamos ver o tipo de investimento proposto, analisar seu vulto e a necessidade de participação do setor privado, que pode ser firmada de várias maneiras. O setor privado pode construir e depois alugar os ativos, pode ser que o setor privado queira operar. Tudo isso será conversado”, afirmou. O ministro lembrou que já faz parte das ações preparatórias para a Copa do Mundo a abertura de uma linha de financiamento, com recursos do FGTS, para a renovação da frota de ônibus em todo o país, uma decisão tomada há cerca de dois meses. A linha será operacionalizada pela Caixa Econômica Federal e terá valor de R$ 1 bilhão.

Os recursos serão aplicados em operações de mercado, como a aquisição de debêntures, recebíveis e Fundos de Investimento em Direitos Creditórios, de empresas concessionárias de serviços públicos e transporte urbano, com o objetivo expresso de que esses recursos sejam encaminhados para a aquisição de veículos novos que sirvam para a renovação de frota. "Nosso objetivo é disponibilizar capital de giro para a renovação da frota."



Fonte: Agência Brasil

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Seguradora prevê grande investimento em prêmios na Copa

Dos R$100 bilhões em investimentos, cerca de R$ 1 bilhão seria destinado ao pagamento de prêmios


Seguradoras que atuam no Brasil estão ansiosas pela realização da Copa do Mundo de 2014. De acordo com levantamento realizado pela Mapfre Seguros, dos R$ 100 bilhões em investimentos previstos para a realização do evento no país, cerca de R$ 1 bilhão seria destinado ao pagamento de prêmios. Até lá, as empresas se preparam para abocanhar uma fatia desse mercado promissor.

"Queremos abocanhar uma fatia desse mercado, mas ainda estamos numa fase inicial. Acredito que os projetos previstos para a realização da Copa do Mundo no Brasil se tornem mais expressivos no ano que vem, após a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul", afirmou Octavio Luiz Bromatti, diretor de riscos industrial da Mapfre Seguros. Vale lembrar que o tempo é curto, até porque na Copa das Confederações, em 2013, tudo tem que estar pronto.

Os grandes projetos englobam os setores de hotelaria, transportes (rodovias, pontes, metrô), aeroportos, energia e saneamento. "Temos muito interesse no projeto do trem de alta velocidade (TAV)", disse Angelo Colombo, diretor de grandes riscos da Allianz Seguros. De acordo com ele, de 1% a 2% dos custos do projeto são destinados a contratação do seguros para obras.

O estudo de viabilidade do projeto, divulgado na semana passada, apresenta um orçamento aproximado de R$ 34,6 bilhões para execução da empreitada que envolve gastos na área de construção civil, desapropriações, aquisição de materiais rodantes (trens), fora equipamentos e sistemas necessários à operação do TAV. O valor ficou bem acima do previsto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que era de US$ 15 bilhões. A obra deverá ir a leilão até o fim do ano e será concluída em 2014.

Seguros indiretos também estão envolvidos em um grande evento - como o de acidente pessoal para jogadores. Porém os que vão demandar maior verba são os ligados aos riscos de engenharia. Até maio deste ano, o mercado havia registrado R$ 332 milhões em prêmios. Em 2008, a mesma modalidade havia girado R$ 417 milhões.

"Esse é um seguro que não se renova já que acabado o projeto, acaba-se o contrato. Então um grande evento, como uma Copa do Mundo, sempre movimenta esse segmento", afirmou Luiz Felipe Smith de Vasconcellos, diretor de riscos de engenharia da Tokio Marine.

A companhia também está se preparando para lutar por uma fatia dos prêmios gerados com a Copa do Mundo. "Temos uma área de planejamento estratégico tentando entender os tipos de obra, valores envolvidos, consórcios líderes. Já fizemos um trabalho grande no ano passado e vamos refazê-lo este ano", ressaltou o executivo. A Allianz também está se aproveitando da expertise internacional para sair na frente de seus concorrentes - que, na opinião de Colombo - são as europeias e as que têm seguro e resseguro atreladas.

A companhia participou da Copa do Mundo da Alemanha (2006) - inclusive com a construção do Allianz Arena - EuroCopa em Portugal (2004) e as Olimpíadas de Atenas (2004). "Vamos trazer inteligência de fora. Mas creio que as soluções adequadas serão um diferencial", disse Colombo. Ele explicou que alguns projetos devem ser realizados por meio de parcerias público-privadas (PPPs) e, por conta disso, as apólices terão que ser adaptadas ao modelo. "Queremos ser líderes em soluções de seguros na Copa do Mundo de 2014", completou o diretor de grandes riscos da Allianz Seguros.



Obras no entorno

A Chubb Seguros também está de olho na Copa do Mundo de 2014, porém com outros objetivos: construção e reforma de estádios e projetos de infraestrutura no entorno dos estádios. "Tivemos uma pequena participação no Panamericano do Rio de Janeiro. Para a Copa do Mundo estamos preparados", disse Márcia Barbieri, gerentes de riscos empresariais da seguradora.

De acordo com ela, a Chubb já recebeu algumas Consultas de Cotação de uma construtora contratada por uma rede hoteleira em Brasília, uma das 14 cidades sedes da Copa de 2014. "Hoje, nossa carteira de riscos de engenharia é focada em hotéis, galpões industriais, shoppings centers. Queremos ter uma massa de prêmios que sustente a atuação em outro nicho", explicou Márcia. "Por essa razão e, por enquanto, grandes obras não está no nosso perfil", completou.

A executiva afirmou que a Chubb está preparada para atender a demanda gerada com a Copa do Mundo de 2014, tanto no que diz respeito a produtos, quanto pessoas qualificadas e contrato de resseguros. A seguradora instalou uma resseguradora admitida no Brasil - possibilidade gerada com a abertura do mercado de resseguros . Até então, só o IRB Brasil Re (antigo Instituto de Resseguros do Brasil) poderia fazer resseguro.



Fonte: DCI

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Tecnologia pode ser o grande gargalo de 2014

Evento exige infraestrutura complexa de telecomunicações



Considerado o maior evento midiático do planeta, a Copa do Mundo exige uma complexa infraestrutura de telecomunicações capaz de atender as equipes de mídia e também os turistas. Apesar disso, os setores de TI e Telecom continuam fora dos planos da maior parte das cidades-sede de 2014. "Sem TI e telecomunicações não haverá Copa", afirma Fábio Ferragi, da Telium Networks. "Em 2014, provavelmente veremos o evento mais marcado pela convergência digital. Hoje, apenas discutimos a importância que as tecnologias digitais têm no dia-a-dia da mídia. Na Copa, isto estará na nossa frente", avalia o especialista. A Telium é a empresa parceira de hospedagem do portal www.copa2014.org.br.

O Ministério das Comunicações informa já ter uma avaliação em andamento numa comissão especial, vinculada ao Ministério dos Esportes. Mas ainda não existe cronograma montado, nem previsão de finalização deste primeiro parecer. Somente a partir do resultado do trabalho inicial será elaborado todo o plano para o evento. Para os especialistas, a discussão já está atrasada e as constantes panes no sistema de telefonia e internet no país são sinais dessa defasagem. Um exemplo: na cidade de São Paulo são previstos investimentos de R$ 32 bilhões para renovar várias áreas da infraestrutura, de turismo à energia, que seriam feitas até 2020, mas que em virtude da Copa serão adiantadas. Contudo, não há nada definido em termos de TI e Telecom.




Castelão digitalizado
Cidades menos dotadas de redes de comunicações já começaram a se mexer, bem mais que as capitais do Sudeste do Brasil. O estádio Castelão, de Fortaleza, será circundado com um anel de fibra ótica e abrigará um moderno data-center, adequado para o tráfego de imagens de alta definição (HDTV) a velocidades que variam de 1Gb a 10Gb. O projeto do estádio servirá de base para que a cidade entre definitivamente na economia digital, com a expansão da rede de ótica para toda a região metropolitana da capital cearense.

As cidades brasileiras que não modernizarem suas infraestruturas de TI e Telecom correm o risco de ter a imagem desgastada frente à bilhões de pessoas. As cidades da Copa da África do Sul preveem receber em média 3 milhões de turistas e centenas de equipes de jornalistas. Todos portando gadgets modernos e com capacidade imensa de produzir imagens e vídeos digitais que serão enviados para todos os lugares do mundo por redes de telefonia fixa, celular e outras formas de transmissão.

Em entrevista ao portal IT Web, o presidente da Brasscom - Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, Antonio Gil, defende que as discussões sobre as tecnologias para a Copa de 2014 gerem planos de longo prazo para o País. "O Brasil só será a quinta maior economia do mundo em dez anos, como diz o presidente Lula, se investir a partir de agora", ressalta Gil. E o maior evento do futebol mundial pode ajudar nisto, acelerando projetos e trazendo capital. Mas a entidade também não iniciou qualquer ação específica ou aproximação com o poder público para participar das decisões sobre onde e como investir na infraestrutura de TI e telecom para a Copa.

"Levamos constantemente nossos planos gerais sobre o País para ministros e o presidente, mas nada houve sobre a Copa de 2014", aponta Gil. No entanto, ele diz que a Brasscom deve se dedicar mais a esse assunto ainda em 2009. Até porque, com a liberdade de escolha que as sedes podem ter sobre fornecedores, o evento é uma grande oportunidade de o setor se mostrar para o mundo. E o primeiro grande desafio a enfrentar é evitar a firula que governantes fazem com investimentos desse tipo. "Muitos políticos não gostam de falar sobre investimentos em tecnologia, porque eles não aparecem para o eleitor, diferentemente da construção de um estádio e esta visão sobre TI e telecomunicações precisa mudar O Brasil tem de provar que pode suportar uma Copa do Mundo antes do pontapé inicial do jogo de abertura, completa Gil.




Fonte: Portal da Copa 2014

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Cuiabá vai criar comitê local da Copa

Agência executora ficará responsável pelos projetos do mundial


A exemplo de Curitiba, Porto Alegre e São Paulo, também Cuiabá quer organizar melhor os preparativos para a Copa de 2014. “Estamos formatando uma agência executora que ficará responsável pelos projetos da Copa”, garante o secretário estadual de Turismo, Yuri Bastos Jorge. Por enquanto, é Jorge quem trata dos assuntos relativos ao mundial.

A criação do comitê é importante para tornar realidade um plano ambicioso da capital matogrossense. “Queremos antecipar o cronograma da Fifa”, declara o secretário. “Vamos tentar resolver todas as pendências e começar as obras antes de fevereiro, prazo estipulado pela federação”, afirma.

Jorge destaca que as maiores preocupações de Cuiabá são com o estádio Governador José Fragelli (o Verdão), centro de treinamento de atletas, espaços para realização de fan fests, mobilidade urbana, aeroporto e turismo. “Consideramos esses aspectos mais importantes, mas todas as exigências da Fifa - como tecnologia de informação, segurança e legado deixado pelo campeonato - serão focadas um a um por grupos de trabalho. Pretendemos cumprir essas instâncias nos próximos três anos e meio”, afirma o secretário.




Audiência

O Verdão é motivo de discussão antes da criação do comitê. No próximo dia 4 de agosto a transformação do estádio para receber a Copa será tema de uma audiência pública realizada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo de Mato Grosso (Sedtur-MT).

De acordo com Jorge, é importante abrir um espaço para sociedade e autoridades debaterem a obra, que está estimada em cerca de R$ 400 milhões. “O objetivo é discutir todos os aspectos da obra, como estudo de vizinhança e licenciamento ambiental”, afirma.

A Fifa estipula que o projeto básico do estádio e os licenciamentos da obra devem estar prontos até 31 de agosto. A audiência pública será às 16h, no salão nobre Secretário Cloves Vettorato, no Prédio do Palácio Paiaguás, Centro Político Administrativo, em Cuiabá.



Fonte: Portal da Copa de 2014

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terça-feira, 21 de julho de 2009

MP é contra liberação do álcool na Copa 2014

O Ministério Público de São Paulo promete entrar na briga com a Fifa caso a organização responsável pelo maior evento do futebol mundial decida liberar a venda de bebidas alcoólicas na Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil. Uma grande cervejaria mundial patrocina o evento.

A venda de bebidas alcoólicas em estádios de futebol no Brasil é proibida desde abril do ano passado, por uma decisão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que assinou um protocolo de intenções com o Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União.

"Vamos fazer de tudo para barrar essa decisão, porque assinamos um protocolo de intenções com a CBF proibindo a bebida alcoólica. Sou favorável, inclusive, para se estender (a decisão da proibição) a todos os estádios de futebol, porque aquele sujeito embriagado não só cria confusão no estádio ou no acesso. Ele sai do estádio embriagado, pega o carro, corre, atropela, chega em casa e agride a mulher. É uma tragédia", disse o promotor Paulo Castilho, à Agência Brasil.

Segundo Castilho, o Ministério Público não vai ceder à pressão econômica e vai defender a proibição da venda de bebidas alcóolicas nos estádios que vão abrigar a Copa do Mundo.

"Se assim entender a Justiça que deve ser liberado, nós vamos acatar. Mas o Ministério Público, em defesa da sociedade, vai brigar com todas as armas para que isso não seja permitido. Não é porque vem aqui uma poderosa fabricante (de cerveja) que vai querer mandar no Brasil. Pode até conseguir isso, mas vai ter de conseguir isso por intermédio da lei ou por decisão do Poder Judiciário", afirmou.

Embora a Fifa tenha um contrato de publicidade com a cervejaria, prevendo a divulgação da marca em um espaço publicitário no estádio, a CBF crê que a entidade não deverá obrigar a venda de bebidas nos estádios brasileiros principalmente porque, segundo ela, esse contrato não seria condicionado à venda de bebidas.

"A decisão de proibir bebidas alcoólicas nos estádios é da CBF. Não é proibido por lei. Mas esperamos que a CBF se mantenha coerente, porque teve um efeito bastante positivo dentro dos estádios", disse o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Pedro Abramovay.

O comandante do 2º Batalhão da Polícia de Choque de São Paulo e responsável pelos eventos esportivos na capital paulista, tenente-coronel Almir Ribeiro, diz que a venda de bebidas em estádios é um problema porque altera o comportamento das pessoas e deve continuar proibida.

"Se a Fifa determinar isso (liberação), vamos ter que estudar e chegar a um termo de ajustamento. O ideal seria como está sendo praticado hoje no Brasil, proibindo. Temos tido bons resultados dessa maneira", diz Ribeiro.

As mudanças no comportamento a que se refere Ribeiro ocorrem, geralmente, quando uma mulher ingere mais de um cálice de vinho ou quando o homem toma acima de dois cálices de vinho ou duas latas de cerveja.

"Acima disso, pode ter risco de mudança de comportamento, risco de noção de equilíbrio e quedas, risco hepático", disse a psiquiatra e presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), Analice Gigliotti.

"Se existe uma droga absurdamente ligada à violência é o álcool. É a droga número um. Na maioria dos acidentes e dos homicídios ocorridos no Brasil, a vítima ou o autor estava alcoolizado", completou a médica.

Segundo Analice, o Brasil tem feito pouco para controlar o consumo de álcool. "O preço ainda é muito baixo. Compramos um litro de cachaça pelo preço de um litro de leite. Tem que haver aumento do preço, fiscalização da venda de bebidas para menores de idade, fiscalização na lei seca, limitação da publicidade, impedir o contrabando e a venda ilegal, controlar a dose vendida em ambientes comerciais", encerrou.



Fonte: TERRA

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Fifa libera Rosário para receber Argentina x Brasil

Maradona recebeu uma notícia positiva na noite desta segunda-feira. A Fifa (Federação Internacional de Futebol e Associados) atendeu ao pedido do treinador da seleção Argentina e liberou o estádio Gigante de Arroyito, em Rosário, para receber o clássico sul-americano entre o país e o Brasil, em setembro, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010.

Contudo, a Fifa exigiu algumas reformas para adaptar o estádio para o duelo, como a ampliação dos vestiários, a melhora nos acessos ao Gigante de Arroyito e a criação de mais lugares para a imprensa. A entidade espera o aval final da AFA (Associação Argentina de Futebol), nesta terça-feira, para confirmar a mudança na tabela da competição

A organização máxima do futebol argentino, em nome do presidente, Julio Grondona, confirmou uma reunião com a comissão técnica do time para viabilizar a mudança do Monumental de Nuñez para o Gigante de Arroyito, como pedira Maradona. Dessa forma, a AFA deverá confirmar o jogo em Rosário nesta terça.

"Eu, como presidente da AFA, falarei com eles e todos nós tomaremos esta decisão. O fundamental neste caso é falar com os que jogam dentro de campo", declarou Grondona à imprensa de Buenos Aires.

A Argentina normalmente recebe os adversários no maior estádio do país: o Monumental de Nuñez, em Buenos Aires. Contudo, após a vitória de 1 a 0 sobre a Colômbia, Maradona e alguns jogadores criticaram o gramado do local e reivindicaram a mudança de 'casa'.


Fonte: Gazeta Esportiva.net

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Aeroporto Viracopos terá modelo para concessão em 11 dias

Aeroportos de Campinas e do Rio de Janeiro foram incluídos no Programa Nacional de Desestatização



A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) entrega dentro de 11 dias o modelo de concessão para repassar à iniciativa privada a exploração dos principais aeroportos do País, entre eles o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. Ontem (20), a assessoria de imprensa do órgão garantiu que o estudo está em fase final de conclusão e que o documento será entregue até o último dia deste mês ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A declaração rebate a informação ventilada de que o processo não será finalizado na gestão do petista e que a administração dos aeroportos ficará nas mãos da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Em março, o próprio ministro da Defesa, Nelson Jobim, também negou que o governo havia adiado os prazos e que a decisão sobre a concessão ficaria para o segundo semestre. A intenção é terminar a reforma e a ampliação dos aeroportos até a Copa de 2014. Os aeroportos do Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro, e o de Viracopos foram incluídos no Programa Nacional de Desestatização (PND) do governo federal.

O ministério da Defesa também confirmou, pela assessoria de imprensa, que não houve mudanças com relação ao calendário para os estudos de concessões. A pasta também afirmou que a Infraero não alterou o seu plano de investimento nos aeroportos brasileiros.

O prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT), que esteve ontem em Brasília, disse que Lula comentou sobre a ampliação do aeroporto. “O presidente está animado com a expansão. Eu acho muito difícil a concessão não ser viabilizada ainda neste governo. Isso porque tanto o Lula quanto o Serra (José Serra, do PSDB, governador de São Paulo) são defensores da concessão do aeroporto”, argumentou o pedetista.

A Anac analisa dois modelos de concessão. No primeiro, leva quem pagar mais para explorar os serviços e no segundo, que tem a preferência dos técnicos, ganha a concessão quem cobrar a menor tarifa de serviços aeroportuários. A agência é a responsável pela coordenação dos estudos, enquanto o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fará a formatação do edital de concessão.

No ano passado, cerca de cinco grandes empresas manifestaram interesse em brigar pela concessão dos aeroportos de Viracopos e do Galeão. Duas empresas aéreas, duas construtoras e um fundo de investimentos informaram que estão dispostos a administrar os aeroportos mais lucrativos do País.

A empresa que vencer a concessão se encarregará das obras necessárias à ampliação dos aeroportos. No caso de Viracopos, o objetivo da modernização é preparar o sítio aeroportuário para ser o maior aeroporto do Hemisfério Sul em médio prazo. A primeira etapa de sua ampliação deverá estar concluída até 2015, o que fará com que a capacidade anual passe para 9 milhões de passageiros. Hoje, Viracopos tem capacidade instalada para movimentar 2 milhões de pessoas por ano.

A entrega para a iniciativa privada dos aeroportos não significará o fim da Infraero porque existe uma predisposição do governo federal de abrir o capital da estatal à iniciativa privada, mas sem que o governo perca o controle da empresa. Seriam transferidos para a iniciativa privada entre 40% e 49% do capital da Infraero. O BNDES está fazendo análises para a reestruturação da empresa, com a elaboração de um diagnóstico da situação atual e um plano de negócios da estatal, a partir do conjunto de aeroportos existentes no País.

A Infraero controla 67 aeroportos brasileiros e tem cerca de 11 mil funcionários próprios e 14 mil terceirizados. Apenas dez aeroportos sob controle da Infraero são lucrativos. A análise da Anac é de que a empresa poderá conseguir manter os demais aeroportos com a receita advinda da concessão dos terminais lucrativos. Uma saída, ainda, para os deficitários, seria abrir parcerias público-privadas.



Requerimento

O deputado federal e presidente da Comissão de Viação e Transportes, Vanderlei Macris (PSDB), é cético quanto à finalização da concessão de Viracopos para a iniciativa privada. “Esse governo mostra muita incompetência no quesito gestão. E isso se reflete em todas as áreas e não apenas quanto aos aeroportos”, disse. Para dirimir dúvidas, o tucano disse que vai protocolar um requerimento de informações em agosto — quando recomeçam os trabalhos na Câmara Federal. “Quero o cronograma e informações sobre esse estudo. Eles terão 30 dias para me responder”, disse Macris.



Fonte: Correio Popular

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segunda-feira, 20 de julho de 2009

E depois da Copa?

Nessa última semana a greve dos operários sul-africanos que trabalham na construção dos estádios para a Copa do Mundo encerrou. Conseguiram o seu reajuste e voltaram a trabalhar. Assistindo a um programa de esporte, um dos apresentadores fez o seguinte comentário: "A Africa do Sul não é um país muito conhecido pelo seu futebol, depois da construção dos estádios e de passada a Copa, o que será dos estádios?". E pensando bem, realmente, nunca ouvi falar de uma campeonato Sul-Africano, como por exemplo no Brasil que tem os Campeonatos Brasileiros, Campeonatos Paulistas, participamos da Libertadores. Exemplo também da Europa que tem o famoso Champions League, e os jogos em cada país.Posso estar errada, mas nunca escutei nenhuma notícia de um campeonato Sul-Africano. Reflentido bem, ao final da Copa, os estádios ficaram lá, não teram muito uso. Mas os moradores da Africa do Sul vão poder olhar para cada estádio e pensar:" Aqui foi sede de um Copa, em algum momento fomos o foco do mundo, não por nossos problemas, mas para uma grande festa".
Não precisam necessariamente usarem os estádios para jogos, mas podem usar como uma grande lembrança no coração de cada um.


por Alê

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Blatter vê com "simpatia" projeto de Bélgica e Holanda para Copa

Os dois países apresentaram candidatura conjunta para o Mundial de 2018 ou 2022


O suíço Joseph Blatter, presidente da Fifa, considera "simpática" a candidatura conjunta de Bélgica e Holanda para sede das Copas do Mundo de 2018 ou 2022. O dirigente se reuniu nesta segunda-feira (20/7) com autoridades belgas e destacou que o projeto tem uma candidatura comum, e não uma aliança de dois organizadores diferentes, algo que a entidade quer evitar.

Além da candidatura de Bélgica e Holanda, portugueses e espanhóis também apresentaram um projeto conjunto. Outros nove países concorrerão de forma individual: Austrália, Estados Unidos, Inglaterra, Indonésia, Japão, México, Catar, Coreia do Sul e Rússia.

As sedes dos Mundiais de 2018 e 2022 será definida em dezembro de 2010.



Fonte: Portal da Copa 2014

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Brasil lidera mortes de torcedores no futebol nos últimos 10 anos

Pesquisa mostra que país ocupava a 3ª posição há dez anos, atrás de Itália e Argentina



O Brasil, cinco vezes campeão mundial de futebol e sede da Copa de 2014, é o país que registrou mais incidentes fatais entre torcedores em jogos de futebol nos últimos dez anos, com 42 mortes.

O número vem de um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com base em dados fornecidos por jornais, revistas e rádios das principais cidades do país entre 1999 e 2008.

"Quando começamos a fazer o levantamento, o Brasil estava em terceiro lugar na comparação com outros países no número de óbitos. A ordem era Itália, Argentina e Brasil. Hoje, dez anos depois, o Brasil conquistou o primeiro lugar. É uma conquista trágica, perversa", afirmou o sociólogo Maurício Murad, autor do estudo.
Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universo, Maurício disse que este fato deveria ser uma grande preocupação para uma nação que sediará o Mundial de 2014.

"Essa violência é uma preocupação para a Copa porque, de todos os problemas que a Fifa (Federação Internacional de Futebol) acompanha, e de tudo o que o caderno de exigências determina, a segurança pública é um dos principais. O problema da segurança pública é da maior importância para o Mundial", apontou, em entrevista publicada pela "Agência Brasil".

O pesquisador disse que, ao contrário da Itália, país que promoveu uma reforma na legislação para punir exemplarmente dirigentes ou torcedores que estimularem a violência, o Brasil ainda não adotou medidas efetivas.

Segundo o estudo, os números pioraram. Se no período de dez anos a média é de 4,2 mortes a cada ano, no período entre 2004 e 2008 o número de mortos totaliza 28, dando uma média de 5,6 por ano. Apenas em 2007 e 2008 14 pessoas morreram, o que dá uma média de sete por ano.

"Cresceu a violência no futebol porque cresceu a violência no país. E cresceu a violência no país porque a impunidade e a corrupção são cada vez maiores", apontou.
De acordo com a pesquisa, a maior parte das vítimas fatais era composta por jovens entre 14 e 25 anos, de classe baixa ou média baixa, com escolaridade até o ensino fundamental e, em geral, desempregado.

Também foi constatado que, em grande parte, esses torcedores não eram ligados a práticas de violência. "Em quase 80% dos óbitos, as pessoas não tinham nenhuma ligação com setores violentos ou delinquentes de torcidas organizadas. Apenas em 20% é que os óbitos eram de pessoas ligadas a grupos de vândalos", afirmou Murad.



Fonte: Portal da Copa 2014

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domingo, 19 de julho de 2009

Trem-bala: governo anuncia estudo sobre o sistema

Estudo da ANTT avalia custos, traçado e impactos ambientais do novo transporte



Foi divulgado ontem pelo governo federal estudo da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) detalhando o projeto do trem-bala, ou TAV - Trem de Alta Velocidade, sistema de transporte ferroviário que irá ligar as cidades de São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro. O estudo avalia o serviço sob vários aspectos, a começar pela conceituação do sistema, com relatos de experiências de trens rápidos em outras partes do mundo. Apresenta ainda possibilidades de traçados, simulações do sistema operacional e estimativas de custos, impactos ambientais e análise das condições do solo onde deverá ser implantada a obra. Estes dados apontam para a modelagem econômico-financeira e de concessão do empreendimento, em preparação.


Quanto vai custar o trem-bala
Para o passageiro, dependendo do horário ou da classe da viagem escolhida, a viagem no trem-bala poderá sair num valor entre R$ 150 a R$ 325. Já o custo da implantação do sistema, segundo o estudo da ANTT, está calculado em R$ 34,626 bilhões, bem acima dos US$ 11 bilhões estimados inicialmente no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). O diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, ressalta porém que nessa época, não havia ainda projeto ou estudos de traçado. E explica que o custo elevado do trem-bala decorre da complexidade da obra, cujo trajeto envolve muitos túneis e a travessia pela Serra das Araras. "Estas condições especiais elevam o custo, muito mais do que se o terreno fosse plano", justifica.

Mesmo assim, Figueiredo está convicto de que o projeto é viável, e admite a participação do estado no custeio da implantação do trem-bala. É o que saberemos no "próximo capítulo" deste projeto, logo que for concluída a avaliação econômica e financeira do projeto, aguardada para breve.


Informações completas do estudo estão disponíveis no site da ANTT: www.tavbrasil.gov.br/

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Copa 2014 ainda não tem "cara"

Identidade visual do mundial não foi escolhida



A Copa do Mundo de 2014 ainda não tem uma “cara”. A Fifa não se manifesta em relação à criação da identidade visual do mundial – não se sabe nem mesmo se algum escritório de design já foi escolhido. Mas não existe motivo para pressa. “Há bastante tempo para desenvolver o visual do evento”, garante Bruno Lemgruber, diretor da ADG Brasil - Associação dos Designers Gráficos do Brasil.

A ADG foi contatada pela Fifa para servir de intermediária entre a federação e os designers brasileiros. Após promover esse contato, a ADG retirou-se do processo, e não participa da escolha da empresa que desenvolverá a “cara” da Copa. “Mas acredito que ainda não haja nenhum resultado, porque seríamos os primeiros a saber”, diz Lemgruber.

O designer explica que, uma vez selecionado o escritório de design, começa um longo processo que culmina com a criação do mascote do mundial. “O personagem que vai representar o país da Copa envolve uma relação mais próxima com a população. Por isso, a tendência é deixar a criação deste para segunda instância, quando o processo estiver mais maduro”, explica.

Lemgruber garante que não há motivos para preocupações com o tempo gasto na criação da identidade do mundial. “Tenho certeza que a Fifa não vai bobear com uma Copa do Mundo, principalmente no Brasil. A relação do país com o futebol pode fazer o evento realizado aqui virar um grande exemplo”, afirma.

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Entrevista: Paulo Odone, coordenador da Copa no RS

"Beira-Rio será a arena da Copa", afirma o secretário, ex-presidente do Grêmio



Desde a confirmação de Porto Alegre como uma das sedes dos jogos da Copa do Mundo de 2014, o Rio Grande do Sul já respira o maior torneio de futebol do planeta. Para iniciar imediatamente os trabalhos, a governadora Yeda Crusius criou a Secretaria Extraordinária do Gabinete Executivo da Copa 2014. E colocou lá uma personalidade do futebol para comandar: o ex-presidente do Grêmio e deputado estadual Paulo Odone de Araújo Ribeiro. A expectativa, segundo o secretário, é atrair um público de aproximadamente 300 mil pessoas durante o período dos jogos, incluindo a pré-temporada. E mais: mesmo sendo gremista, Odone ressalta que o local de disputa das partidas será o Beira-Rio, estádio do rival Internacional.

Se a Copa do Mundo de 2014 fosse agora, o Estado teria toda a infraestrutura para sediá-la?
É necessário preparar o Rio Grande do Sul e fazer uma série de adequações dos equipamentos e serviços já existentes para acolher o contingente de visitantes de acordo com as exigências e padrões internacionais estabelecidos pela Fifa. Essa é exatamente a razão de ser da nova secretaria extraordinária da Copa: coordenar esforços, em âmbito estadual, para que o nosso estado e Porto Alegre, onde a prefeitura já iniciou suas atividades, cheguem a 2014 com todas as condições que um megaevento como este exige de suas sedes, em termos de infraestrutura de fornecimento de energia elétrica, rodovias, sistema de transportes, modernização aeroportuária e portuária, segurança, saneamento, saúde, tecnologia, turismo, hotelaria e, principalmente, capacitação de recursos humanos.

O senhor assumiu o cargo muito recentemente. E agora, quais serão os primeiros passos, seu planejamento?
O primeiro passo é articular as ações voltadas à Copa junto à ampla rede de instituições que ela envolve, tanto no setor público como privado e não-governamental, nas esferas municipal, estadual, federal e internacional. Nosso maior desafio é criar os instrumentos e buscar os recursos necessários para que haja sinergia no desenvolvimento deste trabalho de forma a otimizar investimentos, evitar desperdício e criar condições de monitoramento e avaliação permanentes dos avanços e dificuldades. Compreendemos que a Copa é uma oportunidade histórica para promovermos o desenvolvimento econômico e social em nosso estado, construindo um legado que, certamente, não se esgotará em 2014.

Nossa expectativa é atrair um público de 300 mil pessoas
durante o período dos jogos


Como o Rio Grande do Sul irá se preparar para o crescimento do turismo?
Nossa expectativa é atrair um público de aproximadamente 300 mil pessoas durante o período, incluindo a pré-temporada da Copa. No momento, estamos dando os primeiros passos para a instituição de um programa de capacitação de recursos humanos. Isso significa qualificar o atendimento aos turistas por meio da preparação de voluntários e profissionais que atuarão na acolhida aos visitantes, prestando serviços na rede hoteleira, em bares e restaurantes, lojas, pontos de atração turística, de chegada e partida, e que precisam estar habilitados à comunicação em diversos idiomas. Está prevista a ampliação do número de leitos na rede hoteleira, a instalação de um sistema de sinalização multilíngue padronizada, a adoção de medidas para garantir a acessibilidade a portadores de necessidades especiais e a preparação de sistemas de comunicação em rede com os centros de atendimento aos turistas, assim como diversos projetos de valorização das rotas turísticas com maior potencial de atração, entre outras iniciativas.

O que estado pretende fazer para melhorar a segurança visando à Copa do Mundo?

Já foram iniciados investimentos envolvendo a contratação de mais servidores para a área de segurança e está sendo implementado um projeto de renovação da frota, que qualificará os equipamentos utilizados nas atividades policiais, periciais e penitenciárias. Encontram-se em andamento, também, ações voltadas à racionalização operacional e à modernização tecnológica do setor, além de iniciativas para qualificar o atendimento à população e atuar na prevenção à violência. Nesse sentido, a Secretaria Estadual de Segurança, por meio da Brigada Militar, já está se preparando para garantir os padrões de segurança que um evento do porte da Copa do Mundo exige.

Como será possível conciliar os interesses das duas grandes agremiações da cidade, Inter e Grêmio, já que os dois clubes querem receber a Copa?
É possível conciliar os interesses, sem dúvida. Em uma primeira etapa, trataremos de garantir que ambas as agremiações possam usufruir dos benefícios fiscais para a realização das obras de que necessitam. No caso do Internacional, serão investimentos em reformas do estádio Beira-Rio, onde os jogos serão disputados. Já o Grêmio tem como meta a construção de sua Arena, que qualificará ainda mais nossa infraestrutura esportiva, disponibilizando moderno equipamento para utilização na Copa.

Até 2010 serão investidos mais de R$ 1 bilhão em saneamento
visando à Copa de 2014



Como gremista, o senhor tem esperança de que jogos também sejam realizados na nova arena do Grêmio?
O local de disputa das partidas será o Beira-Rio, mas é preciso lembrar que as seleções necessitarão de espaços para realizar seus treinamentos e jogos preparatórios. Nesse sentido, por sua localização e características estruturais, a arena do Grêmio será um espaço privilegiado a ser colocado à disposição das seleções visitantes.

Como evitar que doenças como a gripe suína, dengue, malária, hepatite, febre amarela, entre outras, prejudiquem o evento em 2014?
É necessário iniciar, desde já, um trabalho de caráter preventivo que envolve as áreas de saúde e saneamento. Já existe previsão de investimentos em projetos municipais de saneamento com recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Municípios como Esteio, Guaíba e Montenegro, por exemplo, tiveram projetos de drenagem urbana habilitados pelo ministério das Cidades, que são fundamentais para que as prefeituras se habilitem a receber recursos estaduais ou federais. Até o final deste governo, a Companhia Riograndense de Saneamento, Corsan, investirá mais de R$ 1 bilhão em obras de expansão e melhorias dos sistemas de água e esgotos. Em paralelo, esperamos avançar também no sistema público de saúde e realizar trabalho de conscientização e orientação da população em relação a essas doenças.



Fonte: Portal Copa 2014

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sexta-feira, 17 de julho de 2009

2014 - Kassab diz que escola de samba pode participar da abertura da Copa

Para o prefeito, carnaval será uma oportunidade para divulgar a Copa para o mundo



O carnaval paulistano poderá estar na abertura da Copa do Mundo de 2014. Essa intenção foi anunciada ontem (16) pelo prefeito Gilberto Kassab, após encontro com os presidentes da Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo, Paulo Sérgio Ferreira, e da SuperLiga das Escolas de Samba de São Paulo, Paulo Serdan.

O prefeito reuniu-se no começo da tarde com membros das 22 Escolas de Samba dos grupos Especial e de Acesso de São Paulo, representados pelas duas entidades que regulam o carnaval paulistano: a Liga e a SuperLiga.

Kassab declarou que o carnaval paulistano tem evoluído muito nos últimos quatro anos, e que a Copa do Mundo de 2014 é uma ótima oportunidade para divulgar o evento para o mundo.



Divulgação

A divulgação seria em duas etapas. Primeiro, o tema para o Carnaval 2014 seria fechado: as 22 escolas comporiam temas sobre a Copa, de maneira similar ao que ocorreu no ano em que a cidade comemorou seus 450 anos de existência. Isso funcionaria como uma "pré-abertura".

Já na abertura propriamente dita, haveria uma apresentação especial das escolas, reafirmando que em São Paulo também se faz um grande carnaval.

O encontro ocorreu no gabinete do prefeito, a pedido da Liga e da SuperLiga.

Durante a reunião, os carnavalescos também fizeram sugestões pontuais ao prefeito, que prometeu buscar soluções e apresentá-las na próxima reunião, em agosto.




Fonte: DCI

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Trem-bala será mais rápido que ponte aérea

Segundo estudo, trem percorrerá trecho Rio-São Paulo 15% mais rápido que ponte aérea



O estudo técnico do trem-bala ligando o Rio a São Paulo prevê que as viagens sobre trilhos podem ser mais curtas e mais baratas do que de avião. O estudo, encomendado pelo governo à consultoria inglesa Halcrow, diz que o trecho pode ser percorrido em 93 minutos, ante 110 minutos de avião - considerando o tempo gasto com check-in, embarque e desembarque.

Da capital paulista, partirá uma linha para Campinas, com tempo estimado de 42 minutos. Considerando variáveis como custo da obra e demanda, a Halcrow estimou a tarifa entre Rio e São Paulo em R$ 200 nos horários de pico e R$ 150 nos demais. Pelo estudo, o bilhete aéreo tem hoje preço médio de R$ 400 e R$ 180, respectivamente.

"Tem tudo para acontecer como no Japão, onde o trem-bala matou a viagem aérea entre Tóquio e Osaka", comemora o presidente da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), Bernardo Figueiredo. Mas há inúmeros obstáculos. O primeiro é o custo, de R$ 34,6 bilhões, bem maior que os R$ 20 bilhões previstos no início -parte do aumento deve-se à decisão de fazer em túneis quase todo o trecho dentro das cidades de Rio e São Paulo -90,9 km do trajeto total (18%).

Com isso, o governo já abandonou a ideia de um trem-bala bancado 100% pela iniciativa privada. A contrapartida do governo pode chegar a 50%, e fundos de pensões das estatais entrarão no negócio.

Outro problema será cumprir a meta de entregar a obra para a Copa de 2014 -prazo alardeado pela ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).

Técnicos que atuam no projeto duvidam do cumprimento. Dizem que o licenciamento ambiental pode durar mais de um ano e citam ainda possíveis ações judiciais contra as desapropriações. O governo diz que o edital pode ser lançando ainda em agosto. A perspectiva mais otimista é iniciar as obras no segundo semestre de 2010.




Fonte: Folha de S. Paulo

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